SEDE ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTERIO DE SANTOS A PIONEIRA FUNDADA EM 1924

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Bispo Edir Macedo afirma durante culto que bebe cerveja e causa polêmica. Confira a pregação

Durante o chamado “Santo Culto” da Igreja Universal, gravado no dia 30 de Janeiro e postado o áudio no Youtube, o bispo Edir Macedo confessa que bebe cerveja. No sermão, o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus falava sobre a diferença entre a fé e a religião, dizendo que a religião impõe restrições e obrigações, mas a fé não.
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No áudio, gravado em baixa qualidade mas contendo todos os trejeitos das pregações do Bispo, Macedo afirma: “Deus nos deu a fé para que a gente decida o que é melhor pra nós. Não tem nada a ver com religião. A religião evangélica proíbe beber vinho, é ou não é? Mas eu bebo o vinho, eu bebo um cálice de vinho. A religião proíbe beber cerveja, mas eu bebo cerveja quando eu estou com vontade eu bebo e acabou! E quem é que vai me dizer pra eu não beber?”, disse.
Ciente do peso de suas palavras, Edir Macedo afirma que o fato dele beber não pode ser levado em conta para que outras pessoas façam o mesmo. “Eu não estou dizendo pra você beber ou não beber. Isso é problema seu! A sua fé é quem tem que dirigir a sua vida e não a minha fé”.
Já prevendo o escândalo que suas declarações causariam ele diz: “A fé que Deus nos dá faz a gente ser livre!” No final do trecho divulgado o bispo ainda diz em tom de brincadeira “se beber não dirija”.

NÃO HÁ COMUNHÃO A LUZ COM AS TREVAS!!!

Quis o Criador abençoar o talento de Ailton André Nunes e ele acabou traçando seus passos no compasso do surdo de primeira. Ou melhor, da ‘Bateria Surdo Um’. Foi a paixão pelo ritmo, surgida quando ainda era moleque e rolava pelo lixão do Chalé, no Morro da Mangueira, em busca de latas e papelão para fazer tambores afinados com o calor de fogueiras, que fez o hoje presbítero, (uma espécie de líder) da Igreja ‘Renascer em Cristo’, aceitar o convite do presidente Ivo Meirelles e se tornar, há pouco mais de um mês, o novo mestre de bateria da Verde e Rosa.
Contradição com a fé? Não para Ailton, percussionista profissional, 39 anos, casado, pai de duas filhas e avô de outra menina. “Sou um servo de Deus e acredito que as pessoas têm um dom. E acredito no plano de Deus para a minha vida. E faz parte passar por isso, estar à frente da bateria”, explica o maestro, que também é um dos autores do samba que homenageia Nelson Cavaquinho, enredo da escola.
Antes de aceitar conduzir a bateria que ele conhece desde menino e da qual já chegou a ser um dos diretores — na época do primo Alcir Explosão, a quem elogia o talento —, além de primeiro repique, Ailton conversou com a família e seus orientadores na igreja.
A volta à escola, entretanto, levou 8 anos para acontecer. Foi quando, diz, “tinha outro tipo de conduta e estava perdendo a família”, acabou encontrando a igreja em seu caminho. Na caminhada de lá para cá, trabalhou com música, rodou a Europa como percussionista e reencontrou amigos no Brasil. Agora, só quer saber de unir a “Família Surdo Um” em torno de um objetivo: ganhar a nota dez para a Mangueira.
“Mas e as tentações do Carnaval?”, provoco eu ao entrevistado. “Todos nós somos pecadores. Só que tem um porém: eu tenho consciência que sou pecador, mas hoje não vivo pelo pecado”, responde, sem atravessar o discurso.